Los expertos se pronuncian sobre la polémica dieta de la sonda. ¿Solución o problema??

La dieta de la sonda es un nuevo método adelgazante que según sus defensores puede hacer que se pierdan 10 kilos en 10 días, mientras que sus detractores lo consideran una “aberración”
Antena3

El artífice de la polémica dieta de la sonda es un médico italiano llamado Gianfranco Capello. Según asegura puede llegar a quitar hasta 10 kilos en 10 días. El doctor Capello no es endocrino sino cirujano y en una declaración a Antena3 asegura que no hace pruebas médicas a sus pacientes. “Si les tengo que hacer un análisis antes y después del tratamiento nos sale carísimo, pero puedo garantizar que con la sonda se puede acabar con la obesidad en el mundo”. En seis años han pasado por la consulta del doctor Capello 37.000 pacientes y ha llegado a recaudar más de 7 millones de euros.

En este programa aparece el testimonio de María José, una malagueña de 50 años, que pesaba 75 kilos midiendo 1,55m. Se somete a la dieta de la sonda con el objetivo de perder el máximo prometido, los 10 kilos. El régimen que comienza es hipocalórico, de unas 350 Kcal diarias. Estimando que el cuerpo “gasta” unas 1800 Kcal al día, la pérdida de peso queda garantizada, según el médico del centro que le vende la dieta. En una semana María José ha perdido 6 kilos, algo menos que promete la sonda, quedándose en 69 kilos de peso. Asegura que le gustaría repetir la dieta, para así cumplir con su objetivo, aunque si, reconoce, le cuesta mucho sacrificio mantener el peso perdido.

Por su parte, los críticos con esta dieta la consideran muy arriesgada para la salud. “No podemos tomarnos las dietas como si fuera una moda. Yo cojo tantos kilos en verano y voy y los pierdo después. No, la nutrición es algo muy serio y si se come bien, no debe costarnos ningún sacrificio”, sostiene en el plató de Espejo Público Elisabeth González, nutricionista del Instituto Médico Europeo de la Obesidad (IMEO).
Para seguir el debate integro del programa de Antena3, Espejo Público, pulsa play del video.

Espanha: crise econômica faz aumentar obesidade entre mulheres

Noticias Terra Brasil
O aumento do desemprego feminino e o consumo de produtos mais baratos e menos nutritivos para ajustar a economia doméstica à renda são alguns dos fatores responsáveis pelo aumento da obesidade entre as mulheres na Espanha. Esse é o resultado da análise realizada por especialistas do Instituto Médico Europeu da Obesidade (IMEO) às vésperas do Dia Mundial contra a Obesidade, celebrado nesta segunda-feira e no qual será abordada aquela que se transformou em uma das principais preocupações das sociedades modernas na última década.

As últimas estatísticas mundiais sobre obesidade põem a mulher no foco desta epidemia do século XXI e no relatório “Geração XXL”, publicado recentemente pela companhia Ipsos – especializada em identificar as condutas, atitudes e opiniões da sociedade. A convergência dos efeitos psicológicos da crise, como a ansiedade e depressão, e a queda da qualidade nos carrinhos de mercado devido à diminuição de recursos é o motor deste aumento de casos de obesidade nas mulheres espanholas.

Em geral, as mulheres são mais propensas a sofrer depressões e ansiedade, e estas situações de crise, perdas de emprego e de recursos afetam em alta porcentagem sua forma de se alimentar, segundo Elisabeth Gónzalez, especialista em nutrição do IMEO. Hormônios como os estrogênios, a progesterona e a testosterona, entre outros, formam dentro do organismo uma espécie de “coquetel” que influi na forma de se comportar, de sentir tristeza ou alegria e de lidar com a comida, e tornam as mulheres “mais suscetíveis de ter compulsão alimentar emocional do que os homens”.

Por exemplo, no caso da serotonina, às vezes conhecida como o hormônio da felicidade, observou-se que as mulheres a produzem 52% menos em seu cérebro que os homens. Este neurotransmissor é um peso pesado no estado de ânimo, nos níveis de ansiedade, na percepção da dor, nos sonhos e na conduta alimentar, e se seus níveis diminuem, aumenta a sensação de tristeza e desânimo.

“Não é por acaso – afirma González – que quando estamos tristes ou desanimadas, gostamos de um sorvete de chocolate, já que os alimentos doces e com muito açúcar aumentam as concentrações de serotonina, produzindo um efeito antidepressivo e tranquilizante momentâneo”. Mas, além disso, a mulher tem menos capacidade muscular que o homem, por isso seu metabolismo é menos efetivo queimando gorduras, segundo a especialista, que por isso recomenda atividades físicas regulares.